O município de Arez vive hoje um cenário de colapso iminente. A perda da arrecadação do ICMS da Usina Estivas não é apenas um problema financeiro — é uma crise que já atinge diretamente a população.
Após decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, que destina toda a arrecadação para Goianinha, Arez perde uma das suas principais fontes de receita. E o impacto é imediato: o município deixa de ter recursos suficientes para manter serviços básicos funcionando.
A realidade agora é dura — e urgente.
Por causa da queda da receita, o município de Arez vai fechar o hospital municipal ou reduzir drasticamente seu funcionamento. Isso significa menos atendimento, suspensão de serviços essenciais e uma população inteira exposta à falta de assistência na área mais sensível: a saúde.
E o problema não para no hospital.
A falta de recursos já compromete o transporte escolar, ameaça o fornecimento de medicamentos e coloca em risco programas sociais que atendem justamente a população mais vulnerável. A máquina pública passa a operar no limite, sem capacidade de garantir o mínimo.
Não se trata de exagero. Trata-se de consequência direta.
Sem dinheiro, o serviço público para.
E o mais grave: essa situação não nasce de má gestão. Ela surge de uma decisão externa que retira, de forma abrupta, a base financeira do município. Arez perde receita de um dia para o outro e agora precisa lidar com uma conta que não fecha.
A pergunta que fica é inevitável:
Até quando Arez vai conseguir funcionar?
Se nada for feito, o cenário é claro — serviços sendo suspensos, estrutura pública sendo reduzida e a população ficando desassistida.
Arez não está apenas em dificuldade.
Arez está prestes a parar.

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